Tatiana Queiroz é Delegada de Polícia Civil do Rio de Janeiro e Ouvidora-Geral da PCERJ — uma das maiores autoridades do Brasil em violência de gênero, com 23 anos de atuação em campo.
Comandou o Grupo Especial de Local de Crime da Divisão de Homicídios da Capital. Foi Secretária de Assistência à Vítima do Estado do RJ. Liderou operações que resultaram na prisão de mais de 1.500 agressores. Apoiou mais de 500 famílias durante a Tragédia de Petrópolis — ação reconhecida com a Medalha Tiradentes.
Como Superintendente de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, impactou mais de 2.800 pessoas. Coautora do Protocolo Não é Não e do SER H — Serviço de Responsabilização do Homem.
Hoje, leva para empresas o que aprendeu onde erro custa vida: dados, legislação e protocolo de campo para criar ambientes corporativos seguros, proteger colaboradoras e construir responsabilidade social que vai além do relatório ESG.
Os números são claros: 46% das mulheres que sofreram violência doméstica tiveram o trabalho diretamente impactado. 20,5% sofreram assédio dentro do próprio ambiente corporativo. A empresa que não tem protocolo para isso acumula passivo jurídico, perda de produtividade e risco de imagem — em silêncio.
Temas abordados:
Violência de Gênero no Ambiente Corporativo O que os dados revelam — e o que a empresa pode fazer antes que vire crise.
Empresa que Acolhe Como criar canal de escuta, protocolo de encaminhamento e responsabilidade social real.
Barreiras Invisíveis O que trava mulheres na liderança — e o protocolo para eliminar uma por uma.
Cultura de Responsabilidade Equipes psicologicamente seguras que entregam resultado mesmo sob pressão extrema.